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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Ainda Caminha...











Estou sentada cá fora a ver o Sol descer lentamente, desaparecendo atrás de um monte lá ao fundo.
Ontem apercebi-me que a altura que mais gosto em férias é esta transposição entre o dia e a noite, amena durante estes dias de Verão. Parece que o dia se despede com um beijo suave e a noite me acolhe com um abraço forte e um grito de festa.
Por aqui, tudo na mesma. Passamos a manhã a dormir (pelo menos eu e a Lois) e a tarde entre a piscina e a relva, a torrar ao Sol. Este ano falta aquele toque de calma, o ambiente quase zen que é impossível alcançar com o choque de personalidades. Porém, estes minutos voltam a encher-me daquilo que tanta falta me fez em tempo de trabalho: calma.

As fotografias acima são destes últimos dias.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Be happy


E é isto que tenho a dizer sobre o meu S. João e sobre a vida em geral.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Estrelas no céu




Numa certa noite, cheguei a casa e não me quis encerrar logo dentro das suas quatro paredes. A temperatura estava agradável e a cabeça demasiado cheia para se conseguir embalar num doce son(h)o. Portanto, não entrei.
Em vez disso, deitei-me na minha rampa, a olhar o céu. Não estava muito estrelado. Terão também as estrelas direito a descansar de noite? Larguei logo este pensamento inútil, tentando concentrar-me em "coisas importantes", em "decisões importantes". Porém, o pensamento continuava a escorrer para aquela simples questão: Terão as estrelas direito a descansar de noite?
Certamente, não. As estrelas vivem de noite, é durante o dia que não as conseguimos ver. Em vez de seguir à procura de uma explicação científica e simplesmente concreta de porque é que há noites menos estreladas, ri-me com a minha própria conclusão.
Se calhar existem noites menos estreladas porque algumas estrelas foram roubadas ao céu e vagueiam pelos nossos dias, colocando-se ao nosso lado e iluminando o nosso caminho, mesmo quando todas as luzes do mundo se apagam.


Provavelmente o Rui Veloso nunca olhou bem para o lado. Se o tivesse feito, provalvemente tinha visto que as estrelas que faltam no céu estavam na realidade ao lado dele.

Não há estrelas no céu, Rui Veloso


________

Por falar em estrelas, lembrei-me destes excertos de "O Principezinho":

O Principezinho sentou-se numa pedra e levantou os olhos para o céu:
- Se calhar as estrelas só estão iluminadas para que, um dia, cada um de nós possa encontrar
a sua. Olha para o meu planeta. Está mesmo aqui por cima... Mas está tão longe!...
- Onde estão os homens? – acabou finalmente por perguntar o Principezinho. No deserto
está-se um bocado sozinho...
- Também se está sozinho ao pé dos homens – disse a serpente.


- As estrelas são bonitas por causa de uma flor que não se vê...
- Pois não...
- O que é importante não se vê...
- É como com a flor. Quando se ama uma flor que está plantada numa estrela, é bom olhar
para o céu, à noite. É que todas as estrelas ficam floridas...



(Um dia vamos ver as estrelas e, certamente, faltará uma no céu. Vou sentir o seu brilho a ofuscar mesmo ali ao lado)

Comboios a vapor




Hoje apetecia-me sentar-me num campo perdido do resto do mundo, à beira de uma linha ferroviária, e esperar que passasse um comboio a vapor.
Ia sentir o vento na cara, enquanto este me embalava os caracóis, e desaparecer por instantes no vapor que o movia. Naqueles segundos, seria de ninguém e de nenhuma parte e o abraço do vapor bastar-me-ia para me sentir pessoa.

Porém, já não existem comboios a vapor a circular regularmente. A primeira viagem foi feita a 21 de Fevereiro de 1804 e no final de 1990 somente nas áreas montanhosas o vapor era preferido ao diesel.
Podemos pensar na poluição, na velocidade, no progresso, etc., etc., todavia, hoje não me apetece pensar, apetecia-me sentir o vapor no cabelo e esquecer, por momentos, que a vida é penosamente consciente e com escolhas a cada esquina. Hoje apetecia-me que ainda existissem comboios a vapor nos nossos dias.

(acho que ando a ler Fernando Pessoa a mais...)

sábado, 12 de junho de 2010

A palavra obrigado

O Pino, 26 de Fevereiro de 2009.

A oração tinha sido preparada pela Inês Viterbo e por mais duas pessoas que, peço desculpa, não recordo quem era. Se me lembro da Inês, é porque o que ela disse me marcou para sempre e é sobre isso mesmo que hoje dedico o meu post.

Já caminhávamos desde dia 21 de Fevereiro. Ainda consigo (re)sentir na pele o cansaço. Físico sim, que o meu joelho não perdoou o esforço, mas, principalmente, cansada de uma carga interior demasiado pesada para mim. Eu ainda não tinha aprendido a lição da mochila interior, Juca, só a da exterior.
Sentada no chão, encostada à Maria, ouvi das palavras com mais significado para mim. A oração em si era belíssima. A terceira antífona era "O essencial é invisível aos olhos" e uma das orações o excerto de "O Principezinho" no qual Saint-Exupéry fala dela. Quando acabamos de a ler, a Inês falou.
Falou, essencialmente, sobre o significado da palavra Obrigado. Não cito pois a minha memória não dá para tanto, mas tentarei aproximar ao máximo as minhas palavras às da Inês. Não me lembro se isto tinha fundamento literário, ou se foi algo que saiu da própria Inês: A palavra Obrigado pressupõe um compromisso entre a pessoa que a diz e aquela a quem a dirige. A partir do momento em que dizemos um obrigado sincero a alguém estabelecemos uma ligação eterna com essa pessoa. Existe algo tão profundo que nos uniu ou une que nos fez sentir a necessidade de agradecer.

Cantamos "O Essencial", "Obrigado", "Agradece a Deus". Lembro-me de cada abraço, de cada "obrigado" e, principalmente, das palavras da Inês.

Hoje, em conversa com o João, relembrei este momento. Expliquei-lhe o porquê da importância da palavra para mim e que basta só isso para me iluminar o caminho (para Santiago e para todos os outros destinos) durante toda uma vida. Além de tudo, para quem já fez o Caminho, sabe que nada se compara a um "obrigado" sussurrado na praça d' Obradoiro.

A conversa impunha-se pela altura em que nos encontramos, pela necessidade quase palpável de agradecer às pessoas de quem nos temos de despedir e deixar de ver no nosso dia-a-dia. Porém, impunha-se também relembrar que não se deve gastar uma palavra assim. Por isso, estejam atentos a tudo: aos gestos, aos olhares, às outras palavras. Podem ter um obrigado enorme por detrás delas. Ou, então, encontrarei o momento certo para vos entoar esta magia, este vento quente que nos acalma.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Ainda 17 anos


Hoje, ainda tenho 17 anos.


Eu, de ainda 17 anos, sou uma pessoa vulgar. Ou não.

Tenho um longo cabelo encaracolado, que me dá uma trabalheira logo de manhã, mas do qual gosto imenso. Se calhar são os caracóis que às vezes me enrolam a cabeça, porque parece que possuo um complicador de um lado do cérebro e, do outro, um amplificador. Contem que qualquer coisa que me digam eu multiplique por 10, ou por 100, se gostar muito de vocês.
Por isso, se calhar não sou uma pessoa tão vulgar quanto isso. Esforço-me por não ser, pelo menos. Estou sempre a fervilhar de ideais, a maior parte disparatadas, e tenho um lado criança muito desenvolvido, porém, só o vão ver se já confiar até certo ponto em vocês. Para o mundo em geral, pareço uma menina séria e com cabeça.

Amanhã vou acordar e vou ter 18 anos. Será que os meus caracóis vão desaparecer? Credo, espero que não!! Ou será que acordarei com uma linda voz e nunca mais vou ouvir os meus amigos implorar para eu me calar? Isso era bom... Ou talvez vou chegar ao espelho e aperceber-me que deixei de ser pequena e cresci uns 10 centimetros!
Se calhar a partir de amanhã vou deixar de ser tão stressada e exigente. Ou, então, vou deixar de gostar das coisas que gosto e querer mudar de humanidades para ciências. Não, não, o que vai acontecer é que vou deixar de ser uma utópica e começar a pensar sonhar com coisas menos altas! É isso mesmo.

Não, nada disto vai acontecer, e ainda bem. Amanhã acordarei e serei a mesma pessoa de sempre, simplesmente com mais um ano no BI e acesso a uma série de coisas que advêm da perda da minoridade. Na prática, não poderei usufruir de nenhuma delas no dia de amanhã, a menos que resolva experimentar ser presa.
Não é só um dia de anos porque são 18, e, de igual modo, porque ando a precisar de um dia especial para acordar com especial vontade. De resto, no passa nada.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Como o tempo (não) passa




Ao recebermos uma carta a anunciar que se irá publicar um livro do ano 2009/2010 do CLF, a minha mãe lembrou-se que algo semelhante já tinha sido feito no meu infantário, o C.E.P.I .
Demorei um minuto a encontrá-lo e, de seguida, supreendi-me com a descrição que faz de mim:

"ANA FILIPA NORDESTE REDONDO

O QUE PENSAM DE MIM

OS MEUS PAIS:

Muito viva e interessada pelo que a rodeia. Uma personalidade forte e um sentido crítico bastante desenvolvido.
É muito travessa, mas muito meiga.
Amiga dos animais e protectora da natureza.
Gosta de jogar à bola e de brincadeiras mais masculinas.
Gosta de partilhar com os outros.
Para nós é especial e a "mais linda".

OS MEUS AMIGOS:
É namorada do Pedro Nuno, é bonita, gosta de jogar futebol, gosta de brincar ao dragonball, é jeitosa, é elegante, é amiga de todos, chega ceda ao infantário, gosta de mexer na terra, fazer lama, é malandreca, gosta de brincar com as gêmeas, gosta de jogar ao Sonik no computador e o ursinho.

AS MINHAS EDUCADORAS:

Fica "rouca" de tanto falar. Activa, participativa e gosta de "mandar" em tudo. Uma "maria-rapaz". Adora estar no grupo dos vencedores. Gosta de dar opinião sobre tudo o que a rodeia. "

Esta era eu em 1998. Esta sou eu em 2010, com poucas diferenças a apontar. Já não mexo na terra, nem faço lama. Desde há uns três anos que não jogo Sonik e nunca mais joguei ao ursinho desde que saí do infantário. Continuo a adorar futebol e drangonball. Claro que ainda sou jeitosa, bonita e elegante (a). Não falo com as gémeas desde o meu 8ºano e nunca mais vi o Pedro Nuno, que, aparentemente, gostava muito dos meus beijinhos (segundo a descrição dos amigos neste livro).
Tudo o que os meus pais e educadoras disseram se mantem. Talvez não tanto o "maria-rapaz", considerando que já fui muito mais, mas é verdade que tenho uma "veia masculina".
Sim, admito, persiste a mania de querer mandar em todos e opinar sobre tudo. Quanto aos vencedores... quem não gosta?
Ainda me lembro de estar a colaborar para a realização desta preciosidade. Todos sentadinhos no chão da sala a definir os nossos colegas. Júri mais engraçado não havia.

Sinceramente, fiquei de boca aberta ao ler este texto. É incrível como é que os traços base de uma pessoa se mantêm desde os seus seis anos até aos dezoito.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Carpe Diem




Um pouco de libertinagem sabe sempre bem.
É preciso desanuviar um pouco a cabeça, não levar a vida tão a sério. Deixar-se estar no momento, viver o momento.
É necessário gritar, quebrar regras, dançar uma dança maluca, saltar em grupo, por a música aos berros no carro, aproveitar a viagem.
Mas só de vez em quando.

(Está-se mesmo a ver quem são os quatros vida airada!)

terça-feira, 27 de abril de 2010


Existe algo de puro e inocente n' "O Rei Leão".
Não me farto de ver, apesar de saber de antemão cada fala, cada movimento, cada canção. Ainda abro os olhos de espanto para as lições que este filme contem e reflicto se, quando criança, percebi a dimensão de tudo o que me diziam.
Esta imagem é das mais símbolicas de toda a história, na minha opinião. Primeiro, o rejubilo com o nascimento de Simba, o príncipe do reino. Depois, a desilusão da perda, a tentativa de apagar a luz que se iniciára com uma nova vida. Por fim, o renascimento, a nova esperança.
Somos todos uns "Simba", já repararam? Já todos fugimos. Já todos tentámos viver o "Hakuna Matata" (não há problemas). Já todos nos esquecemos de quem eramos. Já todos fomos relambrados da nossa verdadeira essência ao ver o nosso reflexo. Já todos voltamos.
E Rafikis, quantos há? Qual de nós deposita confiança numa criança? Qual de nós admite a dor de ter sido defraudado? Qual de nós deixa reentar no nosso coração quem já tinhamos tentado apagar?
Se calhar esta reflexão não tem sentido nenhum. Talvez não ande a fazer muito sentido por estes dias. Todavia, foi o que me veio à cabeça enquanto via o filme.
King Of Pride Rock

terça-feira, 13 de abril de 2010

A minha cadela Twigui faz 14 anos. Tristemente, só consigo pensar que isso já é muito tempo.

Hoje foi um dia (in)tenso, que me fez ainda mais pensar na condição humana. Desde que reli o Um Homem Não Chora que me surge cada vez com mais frequência a imagem de um palco em que todos os nós somos personagens, seguindo guiões que não escrevemos e, tantas vezes, não aceitamos. Presos num jogo que nenhum de nós se lembra de ter inventado, mas que todos jogamos.
Não é idiota? Eu acho.

É preciso manter as aparências, repete a Fernanda ao longo da narração de Um Homem Não Chora. Manter as aparências... aceitar mentiras, esboçar sorrisos falsos, abafar a verdade... tudo pelas aparências. É como viver numa bolha. E se ela rebentar? Não está bem, vão apressar-se a dizer.

Escrito parece um nonsense. Todavia, passa-me constantemente pelo pensamento e faz-me ter como reflexo uma marioneta.

O mundo é dos que sabem jogar, idiota, não dos adolescentes nem dos puros… Entra no jogo do dia-a-dia, palerma. Sempre terás a consolação de pensar que tu, pelo menos, tens consciência de que se trata dum jogo.

segunda-feira, 22 de março de 2010

A little box



Imagino uma caixa. É antiga, feita de madeira escura e com uma fechadura enferrujada. Dentro é forrada por um suave veludo encarnado, como se de uma caixa de jóias de princesa se tratasse.
Desenho a minha caixa na minha cabeça. Faço-a pequena e simples, como melhor me parece.
Lá dentro, ponho todo o meu amor. Todo. Aquele que vale a pena e aquele que dizem que não vale nada. “Amor é amor”.
Fica preso numa pequena e simples caixinha. Cá fora, fica o amor que já depositei no coração daqueles que significam mais do que o Mundo para mim, o amor que lhe dei nas palavras e nos gestos. Fica o amor do dia-a-dia, o que se dá em sorrisos fugazes.
Lá dentro, fica o meu maior amor, na melhor caixa que a minha imaginação conseguiu criar. Um dia, vou dar aquela caixa a alguém. Um dia, vou ter a certeza sobre a pessoa que merece tê-la consigo. Um dia, eu sei, um dia.
Até lá, alimento(-me) (d)esse amor que anda pelos meus dias.

terça-feira, 16 de março de 2010



Sempre que puderes, pára. Nem que seja por um minuto, abranda o passo. Pára onde estiveres e olha à tua volta com olhos de ver.

Pode ser que encontres alguma coisa surpreendente.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Voar


O Homem sabe voar, mas foi-se esquecendo de como se fazia. O Homem nasce a saber voar, apesar de não nascer com muitas outras capacidades. Essas, como andar ou falar, vai aprendendo ao longo do seu crescimento. A única que desaprende é a de voar.

Vivemos presos, por nós e pelos outros. Construímos uma sociedade embrenhada em normas e comportamentos institucionalizados. Preocupada em evitar as situações que "ficam mal", sufocando vontades e sonhos a troco de aceitação. Para que?

Já não sabemos voar. Confundimos regras com grades. Não sabemos, tantas vezes, dosear bom comportamento com uma pitada de irreverência.

E assim por cá andamos, atando os braços aos pássaros, como se o voo fosse algo que se pudesse dar. O peso que o Homem carrega já é demasiado para as suas leves asas.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

The shape of my heart


I know that the spades are swords of a soldier
I know that the clubs are weapons of war
I know that diamonds mean money for this art
But that's not the shape of my heart

And if I told you that I loved you
You'd maybe think there's something wrong
I'm not a man of too many faces
The mask I wear is one

Those who speak know nothing
And find out to their cost
Like those who curse their luck in too many places
And those who fear are lost


Ontem ouvi esta música nos Ídolos e não me sai da cabeça desde aí. Fica-me na cabeça a pergunta What is the shape of my heart?
Não sei qual é, mas sei qual não é. Por agora chega-me.


(O que é que eu estou a fazer aqui? Tenho um Pós-Guerra inteiro para rever! Ai, vida de estudante...)

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Sunday Clothes

O nome deste blog surgiu de uma tremenda falta de inspiração que me levou a vasculhar os meus cd's. A certo ponto, dei de caras com a banda sonora do Wall.E, cuja primeira música dá pelo nome de "Put on your sunday clothes".
Toda a gente sabe o que são sunday clothes. E porquê? Porque todos as usamos, às vezes nem Domingo é. Ou quase nunca é Domingo, o que se torna um pouco grave.
Eu uso muito sunday clothes ou, em bom português, roupas de Domingo. Dão jeito, muito. As roupas de Domingo é tudo o que se mostra ser, e não se é. O parecer sem ser de que tanto falava Eça de Queiroz (mas aposto que no ármario também tinha umas belas sunday clothes).
A minha roupa de Domingo é bonita e arranjada. Tem um sorriso equilibrado e simpático. É à prova de bala e nunca se molha. A minha roupa de Domingo não tem taus sobre o peito, nem no pulso. Faz questão de frisar que não se importa se lhe virarem as costas. É sarcástica e a roçar o mauzinho. A minha roupa de Domingo é profissional. Não gosta que lhe toquem ou se aproximem muito. Não aceita críticas nem observações.
A minha roupa de Domingo é usada e gasta.
Depois existe todo um guarda-roupa variadíssimo, nem todo bonito, nem arranjado e, muitas vezes, por usar. Mas está lá. E às vezes só isso basta.
A minha roupa de Domingo parece, o resto é. Mas não quer dizer que o resto não seja simpático, ou bonito, ou profissional, ou mau, ou sarcástico... ou tudo o que a minha roupa de Domingo é. Só não é tudo ao mesmo tempo. E por isso é que não dá tanto jeito como as sunday clothes.


Put on your Sunday clothes, there's lots of world out there
Já dizia a música. Mas, talvez, o Mundo fosse mais bonito sem elas