sábado, 25 de setembro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Tu não tens de mudar
Eu não tenho nada meu, pois tudo o que era bom foi na corrente de o ter. E agora dei-me um dia para ser feliz, para ver que eu nunca vou ter o mundo na minha mão.
Não tenhas pena de mim agora, meus dias já não são de ouro. Dantes sim, existia um problema. Agora todos nós somos actores de cinema. Escondemo-nos bem dos olhos que o mundo tem, mas toda a gente nós vê, só não nos ouve ninguém. Tu não tens de ver. Tu não tens sequer de amar.
Tu só vais achar que vês quando, ao sabor da tua lei, o amor fizer de ti seu rei para sempre.
sábado, 18 de setembro de 2010
Não sou o único a...
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Novos rumos

Parabéns, caríssimo ex-professor José António!
A idade não perdoa e realmente dizem por aí que a juventude acaba aos 30 anos, mas isso é o que dizem.
Hoje é um dia preenchido para aniversários.
Já devia estar na cama, mas a festa da Ana Moreno e da Sofia Fortuna manteve o cansaço acumulado para trás. Tinha saudades delas, muitas. Não há nada como as pequenas maravilhas destas raparigas.
O Rafa também está de parabéns, esse ser humano cuja existência parece-se resumir a comer e dormir (e por vezes não tomar banho...).
O professor Zé Miguel é outro dos aniversariantes do dia. Pode considerar como prenda de anos o meu Fenistil :).
Amanhã começo definitivamente uma nova etapa da minha vida.
domingo, 12 de setembro de 2010

De Palas del Rei a Arzua, a certo ponto, só restava eu, a Maria Inês, a Ana Maria, a Catarina Monteiro, o João Costa e o Professor Pedro Gabriel.
Estava muito cansada. Tinhamos para trás bastantes horas de Caminho e o nosso ritmo era lento.
Quando peguei no Ipod, resolvi ouvir Hoppipolla, dos Sigur Rós.
Estava Sol nessa altura, mas ainda se viam os restos da chuva, não só no chão, como nas esporádicas nuvens negras. Das árvores vinha um prenuncio do Outono. Lançavam as suas folhas para cima deles. Com a força do vento, pareciam dançar em redor dos meus companheiros.
Acreditem que, naquela altura, vocês foram as pessoas mais bonitas do Mundo.
Acreditem, companheiros deste Caminho e de todos os outros, que um dia ainda se inventará uma palavra para exprimir tudo o que nos enche o peito ao olharmo-nos mutuamente, ao longo das etapas, na chegada a Santiago ou sob o olhar das estrelas dessa inesquecível cidade.
Até lá, deixo-vos a que melhor sei:
Obrigado
Brosandi
Hendumst í hringi
Höldumst í hendur
Allur heimurinn óskýr
Nema þú stendur