
Existe algo de puro e inocente n' "O Rei Leão".
Não me farto de ver, apesar de saber de antemão cada fala, cada movimento, cada canção. Ainda abro os olhos de espanto para as lições que este filme contem e reflicto se, quando criança, percebi a dimensão de tudo o que me diziam.
Esta imagem é das mais símbolicas de toda a história, na minha opinião. Primeiro, o rejubilo com o nascimento de Simba, o príncipe do reino. Depois, a desilusão da perda, a tentativa de apagar a luz que se iniciára com uma nova vida. Por fim, o renascimento, a nova esperança.
Somos todos uns "Simba", já repararam? Já todos fugimos. Já todos tentámos viver o "Hakuna Matata" (não há problemas). Já todos nos esquecemos de quem eramos. Já todos fomos relambrados da nossa verdadeira essência ao ver o nosso reflexo. Já todos voltamos.
E Rafikis, quantos há? Qual de nós deposita confiança numa criança? Qual de nós admite a dor de ter sido defraudado? Qual de nós deixa reentar no nosso coração quem já tinhamos tentado apagar?
Se calhar esta reflexão não tem sentido nenhum. Talvez não ande a fazer muito sentido por estes dias. Todavia, foi o que me veio à cabeça enquanto via o filme.
King Of Pride Rock
Tens toda a razão. Foi desde sempre o meu filme preferido(da disney), e ando há uns tempinhos com uma vontade incansável de o rever.Agora deixaste-me com mais ainda! Mas infelizmente só o tenho em vídeo, e o leitor cá de casa já estragou há muito. É o problema das tic :p
ResponderEliminar