sábado, 1 de maio de 2010

Uma outra família



18.04.08

"Caros colegas,

O início do mail era para lhe dar o carácter sério que é suposto ter porque, apesar de não se tratar de informações sobre nenhum trabalho ou algo relacionado com a matéria de nenhuma disciplina, fala de uma "coisa" muito mais importante para mim e, acredito, para vocês: nós.
E nós no sentido real da palavra. Nós como um único sujeito. Foi isto que senti hoje, quando nos unimos todos em redor da música "Fix You", dos Coldplay. Estávamos ali como um só, e isso é tão difícil de conseguir!
Como turma, existimos há menos de um ano. Para mim, todos vocês eram estranhos quando entrei pela primeira vez na sala (na de multimédia, para especificar, já que somos os sem abrigo do clf :p) e já há muito são parte essencial da minha vida. Mas hoje, só hoje, este sentimento chegou tão forte e claro que o compreendi plenamente.
Podem achar isto exagerado ou lamechas, ou as duas coisas, mas nunca o considerem mentiroso, porque não o é. Aliás, é das coisas mais verdadeiras que já disse.
Obrigado a todos, sem excepções. Somos diferentes, sim, mas respeitamo-nos e sabemos aprender com isso. Cresci muito este ano e, na sua maior parte, devo-o a esta turma.
Portanto, queria dizer que vocês são espectaculares e que espero que nos mantenhamos assim durante os próximos dois anos que nos restam no Luso Francês.

Obrigado por momentos como os de hoje <3,


Filipa Redondo (Pi)"




Subitamente, lembrei-me desse dia e deste e-mail.
Mantivemo-nos assim, não foi? :) E ainda nem tinhamos a nossa pequena e escondida sala (eramos os "sem abrigo").
Penso cada vez mais em vocês como uma família. Numa família nunca é tudo perfeito. Acho graça quando ouço as pessoas dizer "A minha família é de loucos". Não são todas?
A nossa também é assim, louca. Somos loucos porque, de vez em quando, começamos discussões desnecessárias. Loucos porque sabemos nunca valem a pena. Conhecemo-nos há três anos, "sabemos o que a casa gasta" e que isso não vai mudar. Nós não vamos mudar.

Porém, mesmo assim, "Obrigado a todos, sem excepções".

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Count them


Se contar os dias, verei que não faltam assim tantos. A partir daí, a vida é minha e não existirão mais desculpas.




I can fly, but I need his wings
Desculpa.

quarta-feira, 28 de abril de 2010


Quando o tempo está este forno e temos de estudar, nada como encontrar um incentivo muito doce :)


(Sim, é GELATINA, Luisinha!)

terça-feira, 27 de abril de 2010


Existe algo de puro e inocente n' "O Rei Leão".
Não me farto de ver, apesar de saber de antemão cada fala, cada movimento, cada canção. Ainda abro os olhos de espanto para as lições que este filme contem e reflicto se, quando criança, percebi a dimensão de tudo o que me diziam.
Esta imagem é das mais símbolicas de toda a história, na minha opinião. Primeiro, o rejubilo com o nascimento de Simba, o príncipe do reino. Depois, a desilusão da perda, a tentativa de apagar a luz que se iniciára com uma nova vida. Por fim, o renascimento, a nova esperança.
Somos todos uns "Simba", já repararam? Já todos fugimos. Já todos tentámos viver o "Hakuna Matata" (não há problemas). Já todos nos esquecemos de quem eramos. Já todos fomos relambrados da nossa verdadeira essência ao ver o nosso reflexo. Já todos voltamos.
E Rafikis, quantos há? Qual de nós deposita confiança numa criança? Qual de nós admite a dor de ter sido defraudado? Qual de nós deixa reentar no nosso coração quem já tinhamos tentado apagar?
Se calhar esta reflexão não tem sentido nenhum. Talvez não ande a fazer muito sentido por estes dias. Todavia, foi o que me veio à cabeça enquanto via o filme.
King Of Pride Rock

domingo, 25 de abril de 2010

Ontem, fomos festejar os anos da Belinha.


Como era véspera do 25 de Abril, havia alguns bailaricos espalhados pela avenida dos Aliados e à meia noite fizemos o tradicional brinde ao "Dia da Liberdade" (foram três, por acaso, dada a dificuldade de filmar um brinde minimamente aceitável para se divulgar!).

Isto de sermos alunos de História tem algumas desvantagens. Não pude de deixar de reparar que eramos os únicos a discutir a relevância do 25 de Abril e se foi, ou não, um bom acontecimento. A minha visão é que foi, independentemente do processo que se seguiu. Afinal de contas, pode ter demorado, mas lá chegámos à democracia.

E por falar em pós-25 de Abril, era o que eu deveria estar a estudar neste momento. Domingos com um sol espectácular e dois livros de História para estudar deviam ser proibidos...

"(...não te queixes)"

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Amazing Cat

(um pequeno à parte)

Peço desculpa pelos constantes fast post ... Às vezes, a cabeça não dá para mais. Ou o tempo.
Nem acredito que fui ao épico concerto de David Fonseca e nem o mencionei aqui.


Ficam aqui uns pedaçinhos dessa noite...





Sinto-me vaidosa por a ter ao meu lado. Aquela vaidade interior de quem sabe que encontrou a melhor pessoa do Mundo e lhe pode dar a mão, partilhar um abraço ou uma confissão... Uma vaidade só minha.

Desculpa ter-te mandado o teu rabinho contra o bico da mesa e te ter esmagado hoje, mas nem sabes a felicidade que se seguiu àquela pergunta tão à economista.

Obrigada :)