quinta-feira, 10 de junho de 2010

Jantar de finalistas

Eu disse: foi uma noite mágica. Cheia de improviso, como é normal no português e, em particular, neste 12ºano, porém, cheia de bons momentos. Uma bela maneira de fecharmos (quase) todos juntos um ciclo.

Depois de umas boas horas dedicadas a ficar arranjadinha, olhei-me ao espelho e nem me reconheci. Acho que a próxima vez que me vão ver assim vai ser no dia do meu casamento (que, dizem os pessimistas, nunca acontecerá), portanto guardem bem a memória, que faltam uns bons aninhos para se repetir.

Estavam todas umas princesas. Estavam todos uns cavalheiros. O Pi estava incrivelmente elegante, com a sua gravatinha azul e postura de gentlemen. É um orgulho ter amigos tão bonitos, realmente :) É que não lhes basta ser por dentro, ainda abusam exteriormente!
A Quinta era bonita, apesar do riacho me ter desiludido. Mas, como já disse, não interessa o sítio, desde que estejamos todos juntos.
Por isso mesmo é que passamos metade do tempo em pé, de mesa em mesa, só parando mesmo para comer. Não se consegue fazer uma mesa com toda a gente que nos marcou nestes últimos anos com apenas 12 lugares. Nem sei quantos seriam precisos, sinceramente.
De mesa em mesa, entre interior e exterior, de gargalhada em gargalhada, de conversa em conversar, de foto em foto lá foi passando o jantar. Quando entregaram as medalhas eram nada mais nada menos do que 1h! Nem dei pelo tempo passar...
Antes disso, tive a melhor surpresa da noite. Chegou o Juca, chegou o professor José Rui e atrás vinha quem? O grande João Reis, sem o qual uma festa não é festa! Obrigado, professor, por o ter ido buscar. Obrigado, João, por tudo.
Com os meus pés a morrerem, vi todos os meus colegas do 12ºano (com uma excepção) a ir receber uma medalha e uma flor. Foi bonito, sim senhor, principalmente a competição de "quem faz mais barulho pelos seus amigos". Desculpem, mas o meu gang ganhou, sem dúvida!
A pequena desilusão da noite foi o Serrote. Aquele som... depois de tanto tempo para o arranjar acabamos por não ouvir nada na mesma. E tanto trabalhinho que deu a fazer... Mas melhor melhor foi a Ana Catarina a dizer ao professor Zé António, sem querer, que era eu que o ia "serrar". Sinceramente, Ana, estragaste o suspense! Amanhã vemos melhor aquele belo vídeo, professor, com o grande som das nossas resistentes colunas. O que elas já passaram ;)...
As danças (a)normais com o Nuno, o Costa e o Reis, a cara tão típica da Geni quando dança, o Nuno a dançar com a Irmã Aurora e outras danças surpreendentes são memórias que ficam guardadas para sempre entre nós. Não fosse a concorrência incompreensível das discotecas e tinhamos ficado lá todos muito mais tempo. Por isso é que eu adoro tanto o meu gang, ali resistente até ao fim. Lindos, só digo isto, lindos.

Não ponho fotografias. São tantas e nunca conseguiria escolher quais por aqui. Passem pelo facebook se quiserem ver uma boa amostra!

Não estou com inspiração para fazer um texto sobre esta noite que lhe faça justiça, até porque provavelmente não existem palavras. Simplesmente, só quero dizer às pessoas com quem partilhei aquela noite que gosto imenso imenso delas e que as quero sempre por perto. É cliché, pois é, mas também é verdade e doí-me pensar (Pessoa tinha razão quanto à dor de pensar...) que poderei ter um futuro sem algumas delas. Da minha parte, podem saber que serei a maior lapa de sempre, chatinha como sou todos os dias (o Marci que o diga) e sempre disposta a percorrer os caminhos que forem precisos para ir ao vosso encontro (literal e metaforicamente falando).

De todo o meu coração, eu gosto imenso de vocês :')


(agora há que deixar a devoção e concentrar-me na obrigação. Como eu odeio fazer exames nacionais...)

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