Primeiro de tudo, quero corrigir uma coisa do meu último post. O número de pessoas a dar-me a guitarra não foi 10, mas sim 19! E para que ninguém se sinta substimado por não ver o seu nome lá (não é, Piiii?) até coloco uma lista:
*Luisinha
*Costa
*Luís Filipe
*Ana Isabel
*Raquel
*Orquídea
*Ana Luísa
*Ana Filipa
*Sofia
*Marcelo
*Maria Gaspar
*Ana Catarina
*Teresa
*Pi
*Nuno
*Rosário
*Esteves
*Ana João
*Geni
Mais uma vez, obrigado a todos :).
Passando ao tema de hoje. O Salvador saiu dos Ídolos! Nunca falei aqui deste concurso até agora, mas vejo regularmente (hm... todas as galas...) e acordei com a Bárbara que o Salvador era o "meu rapaz" e o "dela" era o Filipe (o que não faz com que não admire a voz rouca e poderoso deste portuense).
O Salvador é um exemplo fantástico de como as primeiras impressões ficam marcadas. Como é estudante de Psicologia, saberia logo do que estava a falar. Hoje estudei um dos processos de cognição social, as impressões, e numa dada parte da matéria falava da "teoria de halo", de Thurstone. Esta teoria dita que "criada uma impressão global sobre uma pessoa tendemos a captar características que confirma a impressão formada". O que significa que se, ao conhecer alguém, ficar com a impressão que é uma pessoa simpática, vou dar relevância aos indícios que, futuramente, irão comprovar a minha indução ou, por outro lado, tender a ignorar aqueles que forem contra a minha impressão inicial.
Quando vi entrar no casting um rapaz de estatura alta, camisola larguíssima de uma pizzaria e um ar trapalhão, pensei: Uau, é mesmo fofo! Parece um urso de peluche gigante!
A maneira como cantava tinha algo de diferente. Não tinha um vozeirão, mas usava a voz que tinha e tornava agradável ouvi-lo cantar. Tinha carisma e atitude. Lembro-me perfeitamente de dizer ao Luís Filipe: Olha, este agora é mesmo fofo. É grande e trapalhão, faz umas caras mesmo engraçadas.
No segundo casting, quase saiu. Teve a idiota ideia de cantar a mesma coisa que da primeira vez. Foi por pouco, Salvador.
Porém, depois encantou nas duas primeiras galas com Sunday Morning e Crazy Little Thing Called Love.
Seguindo a "teoria de halo", quando foi descendo de qualidade nas duas galas seguintes, eu ignorei tal facto porque era o Salvador, o divertido e pateta Salvador. Até a sua paixão pelo Benfica (-.-) foi ignorada.
Ontem, quando voltou a subir de qualidade, saiu! Não achei justo nem achei possível, porque ele era dos que tinha mais apoio do público.
Vou sentir falta do jeitinho especial deste Lisboeta de encher o palco, da animação na voz dele e do seu lado romântico, que ainda nos permite sonhar que existem mais rapazes assim. A Zoé compreende-me!
Enfim, acabo o meu momento de dissertação sobre os Ídolos com Sunday Morning, Salvador Sobral:
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